terça-feira, 25 de setembro de 2012

Autor desconhecido


‎"É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado.
É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.
Difícil é amar quando o outro desaba. 
Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebolado.
Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja.
Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro.
Difícil é amar quem não está se amando.
Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis,
de quem não desiste da gente."


Mandado por meu amor, que ainda completa com: 
desculpa ser tão insensivel
eu te amo
de verdade

Apenas

muito, muito triste. Apenas.

Alone

again.

Como?

Como a gente deve se sentir quando a pessoa que a gente ama não é compreensível com nossos problemas? (mesmo que sejam pequenos)

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Viagem do fim de semana

Conhecer os sogros

Tenso! kkkkkkkkkkkkkk
Mentira, foi tranquilo. Meus sogros são de boas, e a cunhada é mais ainda.
Ainda tenho medo da sogra, que ficou me olhando estranho, mas mô disse que era normal e que ela gostou de mim kkkkkkkkkkkkkkkkk Amém!
Fui pra Inhambupe - BA, o interior do homi.
É bonitinha a cidade, um interior normal, sem muita coisa pra fazer e cheia de bar. Ainda não entendo porque ele vai tanto pra rua, mas enfim.
Apesar da morgação, e de eu não querer sair da cama, o fds foi muito bom. Não há nada melhor que passar dias inteiros juntinho do meu amor. Dormir e acordar com meu homem do lado. Já to sentindo tanta falta, fiquei mal acostumada. :P
É tão bom conhecer a vida de quem a gente ama, a família, os amigos, e se sentir mais envolvida ainda na história dele.
Desde o acarajé que não excedeu as expectativas, até uma peste de uma vatapá de fubá que, pelo amor de Deus, é horrível. Passando, claro, pela tubaína enjoadíssima. Mô, que mal gosto kkkkkkkkkkkkkkk

Apesar disso, foi um passeio maravilhoso, já quero voltar :D